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Gato de loiça

Meu amigo, se chegaste até aqui, os meus parabéns, mas devo já confessar-te que daqui não sairão textos eloquentes, histórias de encantar e palavras bonitas. Se quiseres fica e lê, sê bem vindo.

Gato de loiça

Meu amigo, se chegaste até aqui, os meus parabéns, mas devo já confessar-te que daqui não sairão textos eloquentes, histórias de encantar e palavras bonitas. Se quiseres fica e lê, sê bem vindo.

Engraçado...

Dezembro 02, 2019

gatodeloiça

que depois de tanto tempo sem escrever, uma pessoa volta.

Mas voltei por um acaso! Conversa para cá, conversa para lá, e lembrei- me que existia isto!

Confesso que as primeiras leituras , depois de tanto tempo, sem cá vir, foram como devorar um bolo de chocolate!

Tanta coisa, tantos pensamentos, tantas coisas ocorridas na vida de uma pessoa! No espaco de um ano de ausência,  outras mil coisas aconteceram.

O que é engraçado são os acasos, algo que já me tinha esquecido, e que me deu tanta pica na leitura, era eu, era eu ali a falar! Ao ler-me foi como revisse uma carrada de fotos antigas, mas em palavras!

Eheheh

E as histórias esquecidas na memória, mas não esquecidas no papel virtual. Foram histórias ainda lidas com a minha filha, que se ria, e ria. As do miúdo também são para não esquecer , e as outras levo-as comigo. Ou não somos páginas e páginas, livros inteiros escritos e pensados dentro de nós?

 

 

 

 

 

 

 

Isto é arte

Outubro 30, 2018

gatodeloiça

Adoro este programa, embora nem sempre o consiga ver.

No programa abordam variadas formas de arte, desde a pintura, literatura até à música. Pintores, compositores, escritores e músicos famosos que ficaram na história.

Mas o mais interessante, é que para além de nos mostrarem pequenas peças sobre o seu trabalho, mostram-nos como chegaram até lá, as suas vivências, os seus traumas, medos, tristezas, angústias, etc.

Mostram-nos o medo de falharem, mostram-nos os seus medos e paranóias, mostram-nos como lidaram como o aborrecimento, mostram-nos como lidaram com um trabalho que não os satisfazia, mostram-nos como sofreram na infância, com um pai autoritário e de difícil trato. Frustrações, desilusões, culpa, etc

Eram pessoas com problemas. Algumas com fobias. Algumas com doenças, mal podiam sair de casa.

Mas isso foi apenas o ponto de partida, o gatilho.

Foi a partir do que lhes aconteceu, que os tornou no que são hoje e que todos conhecemos ou já vimos em exposições ou escutámos nalguma música.

Ou seja, o que lhes aconteceu, transformaram-no em obras de arte, transpuseram-no para a música ou para a pintura.

Concordo

Julho 15, 2018

gatodeloiça

Li algures, num blog vizinho, que talvez pusesse de parte o fb e utilizasse mais outras aplicações. Agree. Pensei exatamente o mesmo, por isso acho que voltei para a escrita. Preenche mais, vive-se mais, do que apenas colocar um like aqui e ali. Fica um vazio. Aqui, pelo menos enquanto se escreve, liberta-se. Diz-se, ou pensa-se o que vai na alma. Definitamente é mais libertador.

Não sei se será para sempre, aliás nada é para sempre, mas enquanto me fizer bem e acrescentar-me, ficará.

Escrevam, por favor!

Fevereiro 22, 2018

gatodeloiça

Há dias li acerca do stress de escrever todos os dias. Felizmente não partilho desse stress, embora apareçam posts todos os dias.

Aparecem porque de vez enquando escrevo de rajada e dá para aí para um mês ou mais, depois é só agendar.

Depois fico temporadas sem escrever e só a ler.

Confesso que me dá muito prazer só ler e não escrever: são prazeres diferentes.

Gosto de entrar de mansinho pelos blogs dentro e deleito-me só a ler. Não leio todos, só os que por um motivo ou outro me interessam, outros passo só os olhos, e outros vou descobrindo-os pelos destaques, o que para mim é uma mais valia, pois aparecem textos muito bons, diversificados, abrangendo vários temas. Se bem que aí também criterizo conforme o gosto.

 

E nas alturas em que ando no marasmo da escrita, leio, leio muito, aqui ou em qualquer lado, por isso, Escrevam, por favor! ( ou continuem!)

As coisas surgem-me por acaso

Fevereiro 09, 2018

gatodeloiça

 

Há dias, li que uma blogger deixou de escrever durante um ano; também eu, mais coisa, menos coisa!

E o engraçado é que pensei que não voltasse mais! Comecei a dedicar-me a outras artes, nomeadamente, desenho e pintura.

Mas voltei, quando dei por mim, já tinha escrito imensos posts.

A pintura surgiu por acaso, após ter visto uma exposição de aguarela, ao qual fiquei fascinada, deu-me um click, e nunca mais parei de pintar...

Pelo caminho, ainda descobri uma nova paixão, que nunca imaginei fazer na minha vida: estou a aprender a tocar um instrumento! A música surgiu de um outro acaso, fui à página do conservatório de música, e havia lá o curso certo a começar na hora certa, com o preço certo.

E a escrita que acho que fez sempre parte de mim, aqui ou num bloco de notas, está lá sempre.

Foram os inúmeros acasos que me levaram até aqui onde estou hoje, uns que comecei, outros que recomecei e ainda outro que o fui buscar quase dentro de um bau. ( a pintura).

Adoro escrever

Janeiro 17, 2018

gatodeloiça

Desde pequena que gosto escrevinhar e talvez as professoras de português tenham culpa nisso, elas é que nos colocaram desde cedo em contacto com o mundo das letras e nos despertaram este bichinho da escrita.

Quem gosta, continua pela vida fora, escrevendo aqui e ali, sobre o que lhe convém.

Isto de ter um blog, para mim, foi das melhores invenções a nível das novas tecnologias, ou seja, podemos continuar a escrever, a partilhar seja o que for, de momento.

Não temos que ser escritores, e talvez nem seja esse o objetivo, talvez o objetivo seja partilhar, comunicar, ou não fôssemos nós, seres humanos, uma espécie comunicadora por natureza!

E os textos não têm que ficar na gaveta, podemos escrevê-los e quem quiser lê.

Se repararmos bem, a escrita tem uma parte "afetiva", aproxima as pessoas, através dos conteúdos publicados, surgindo mais ou menos interesse, ou maior ou menor " afetividade", por assim dizer. 

E o melhor de tudo é que é GRATUITO!!!!

Ou seja, não é uma porta fechada, e pelos vistos há muita gente, e embora não sejamos escritores, escrevemos, partilhamos com o mundo!

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