Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Gato de loiça

Meu amigo, se chegaste até aqui, os meus parabéns, mas devo já confessar-te que daqui não sairão textos eloquentes, histórias de encantar e palavras bonitas. Se quiseres fica e lê, sê bem vindo.

Gato de loiça

Meu amigo, se chegaste até aqui, os meus parabéns, mas devo já confessar-te que daqui não sairão textos eloquentes, histórias de encantar e palavras bonitas. Se quiseres fica e lê, sê bem vindo.

Sex | 16.02.18

Será que é sempre assim?

gatodeloiça

Há algo de "interessante" quando as relações começam.

Dá-me sempre a ideia que um apaixona-se primeiro que o outro. Pela experiência , há sempre alguém que se encanta com um outro e que o outro nem sempre está virado para o assunto.

Sempre me dei conta quando era mais nova que os rapazes por quem tinha uma atração qualquer não me passavam cartão, por outro lado os que se apaixonavam por mim, nunca me apaixonava verdadeiramente por eles, logo de início.

Sabemos que para conhecer alguém, demora o seu tempo, é certo e sabido, mas havia sempre um desencontro de olhares inicial, quando se apaixonavam por mim, atraia-lhes sempre algo que não me interessava a mim, havia ali sempre algo como que um desencontro. Como que um engano. Talvez seja a "ansiedade" por queremos ser amadas, que depois acabamos por nos apaixonar por quem gosta de nós, só porque sim.

Só através dos galanteios ou outras manifestações, lá me apaixonava por eles. Mas nunca há primeira. 

Descobri um pensamento de Miguel Esteves Cardoso  que traduz isto : " A maior sorte é pensar que a pessoa amada, à força de ser tão amada, quase por questão de empatia e reciprocidade, começa a enganar-se e sente que nos ama também."

 

 

4 comentários

Comentar post