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Gato de loiça

Meu amigo, se chegaste até aqui, os meus parabéns, mas devo já confessar-te que daqui não sairão textos eloquentes, histórias de encantar e palavras bonitas. Se quiseres fica e lê, sê bem vindo.

Gato de loiça

Meu amigo, se chegaste até aqui, os meus parabéns, mas devo já confessar-te que daqui não sairão textos eloquentes, histórias de encantar e palavras bonitas. Se quiseres fica e lê, sê bem vindo.

Qua | 21.02.18

O tempo de ação e o tempo de reação

gatodeloiça

Existem dois tempos e dois momentos; diferentes um do outro, complementares ou dissonantes.

O tempo de ação subjacente ao tempo de reação, não é por si só dependente do mesmo, podendo mesmo ser independente. E aí está a nossa maior liberdade de escolha, no tempo de reação em relação à reação.

Quando nos apressamos a reagir, a qualquer coisa, boa ou má, principalmente se for má, normalmente reagimos  de forma instintiva em relação ao fator desencadeante, ou seja emocionalmente, com pouca razão.

Ou seja há maior probabilidade de errarmos na resposta, mesmo que a consideramo-la certa na altura, pois poderemos ser "invadidos" negativamente, afetando a nossa capacidade de decisão.

Contrariarmos a tendência de reagirmos imediatamente poderá ser uma boa opção, e normalmente, sem muito esforço as respostas surgem, às vezes até no silêncio , podendo ser iguais ou diferentes, embora isso seja o menos importante.

O tempo entre um e outro é que nos permite ter maior clareza nas ações, ou seja , deixamos de reagir "pagando na mesma moeda", mas de acordo com os nossos valores, podendo mesmo diferir dos que nos propuseram inicialmente.

 

Pensa-se ou medita-se com maior introspeção, deixando-nos reagir com maior maturidade e maior escolha.

 

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