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Gato de loiça

Meu amigo, se chegaste até aqui, os meus parabéns, mas devo já confessar-te que daqui não sairão textos eloquentes, histórias de encantar e palavras bonitas. Se quiseres fica e lê, sê bem vindo.

Gato de loiça

Meu amigo, se chegaste até aqui, os meus parabéns, mas devo já confessar-te que daqui não sairão textos eloquentes, histórias de encantar e palavras bonitas. Se quiseres fica e lê, sê bem vindo.

Entre dois mundos

Fevereiro 02, 2018

gatodeloiça

Ontem ouvi parte de uma reportagem acerca das novas tecnologias e o impacto que tinham em nós, na nossa vida social. Vários especialistas debatiam esse tema, nomeadamente na informação publicada nas redes, se era verosímil ou fraudulenta.

Interessante porque muita gente cresceu e viveu entre dois mundos: o antes e o depois do boom da internet ou entrada das novas tecnologias na nossa vida.

Uma coisa entendi, após o debate: aquando a entrada das novas tecnologias, todos nós aprendemos, com mais ou menos facilidade a dominar as tecnologias a nosso favor, visto que muita coisa é intuitiva e até os miúdos se desenrascam melhor que nós, mas uma coisa ficou patente; não acompanhámos os valores inerentes à sua entrada, descurámos os aprendidos, o valor da amizade, de fazer coisas tão simples que antes fazíamos, como ligar o telefone e falar com alguém, e até suprimimos a carta por o email, se bem que hoje em dia, raras são as pessoas que escrevem ou recebem uma carta, a não ser a das contas mensais.  Com a entrada das novas tecnologias deixei de receber cartas, mas também deixei de as escrever. Parece que hoje em dia é muito mais "interessante" colocar um post, revelando o que nos vai na alma, sendo muitas vezes ambíguo e coletivo, ou apenas para fazer um like ali e acolá, como forma de validação do post.

A jornalista Clara Pinto Correia comentou nessa reportagem que há uma ânsia de likes por partes de algumas pessoas, de forma de valorização social ou pessoal . Uma coisa é certa: tal como foi dito no programa há-de haver outra rede social a destronar a que é mais " social", e quanto a mim, podem inventar o que quiserem, mas ainda não inventaram nada que substitua as relações humanas cara a cara e o prazer que dá falar com alguém pessoalmente. 

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