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Gato de loiça

Meu amigo, se chegaste até aqui, os meus parabéns, mas devo já confessar-te que daqui não sairão textos eloquentes, histórias de encantar e palavras bonitas. Se quiseres fica e lê, sê bem vindo.

Gato de loiça

Meu amigo, se chegaste até aqui, os meus parabéns, mas devo já confessar-te que daqui não sairão textos eloquentes, histórias de encantar e palavras bonitas. Se quiseres fica e lê, sê bem vindo.

Ter | 09.01.18

As desilusões

gatodeloiça

Talvez de tempos a tempos, levarmos com uma desilusão ou outra não seja assim tão mal, ao contrário do que pensamos aquando algo de mal nos acontece.

Eu explico.

Normalmente, aquando nos acontece algo negativo, ficamos possessos, não conseguindo entender o motivo do que nos aconteceu, julgando que deveria ter ocorrido de outra maneira diferente.

Várias emoções normalmente exprimem o nosso desgosto.

Normalmente quando algo de mau nos acontece, é porque pusemos demasiada fé em algo ou alguém, pensando que deveria ser de acordo com os nossos desejos ou sonhos, porém essa atribuição começa de forma errónea, pois os outros não têm o poder de nos satisfazerem os desejos! Pelo menos para sempre! 

Os outros não têm o poder de nos fazer sentir mais ou menos felizes, apenas nós. Ou seja, quando ficamos à mercê que alguém nos faça sentir bem e essa pessoa não faz, ficamos à sua mercê, como se o outro tivesse o condão de melhorar ou piorar a nossa disposição interior. E isso acontece tanto com as coisas boas como as más.

Ninguém tem o poder de nos fazer sentir mal para sempre, ou seja, tudo depende da nossa atitude interior.

Por isso, independentemente das circunstâncias exteriores, boas ou más, podemos sempre sentir alegria de viver, alegria interior.

Não são os outros que constroem a nossa felicidade, mas nós mesmos.

Aí as coisas ajustam-se de acordo com a realidade e não com o nosso olhar.