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Gato de loiça

Meu amigo, se chegaste até aqui, os meus parabéns, mas devo já confessar-te que daqui não sairão textos eloquentes, histórias de encantar e palavras bonitas. Se quiseres fica e lê, sê bem vindo.

Gato de loiça

Meu amigo, se chegaste até aqui, os meus parabéns, mas devo já confessar-te que daqui não sairão textos eloquentes, histórias de encantar e palavras bonitas. Se quiseres fica e lê, sê bem vindo.

Seg | 29.01.18

Amizades virtuais?

gatodeloiça

O convívio é salutar entre os humanos.

Devemos promover na nossa vida situações de convívio, mesmo que sejam precárias.

O convívio cara a cara é mais benéfico que entre um ecran de computador. Estudo recentes vêm a comprovar que as pessoas são mais infelizes se apenas delegarem o convívio às amizades virtuais.

É importante conversar de tudo e nada e não apenas fazer likes.

Foi publicado um estudo recentes estudo sobre o impacto destas plataformas chegaram à seguinte conclusão, e passo a citar: "as pessoas (especialmente as crianças e os jovens) que passam mais tempo em amizades digitais do que em amizades reais tendem a ter maiores níveis de infelicidade, uma epidemia globalizada e que poderá servir de trampolim para o aumento de estados depressivos num futuro próximo." (...)

Concluiram também que:" aqueles que passam mais tempo em atividade dentro de quatro paredes e de algum modo digitais (seja ao computador, numa consola, etc.) são menos felizes do que aquelas que brincam na rua, em espaços livres e isentos de tecnologias. E tudo isto começa, muitas vezes, com maus hábitos dentro de casa." 

"Apesar da azáfama do dia a dia e do aumento da carga de trabalho, o pouco tempo livre que se tem é passado ao telemóvel ou ao computador e sempre 'online' nas redes sociais. Estar sempre 'disponível' rouba tempo de 'verdade' e aumenta os níveis de ansiedade, visto que as pessoas ficam sempre à espera de algum tipo de interação e reação por parte dos amigos digitais."

 

"Desligar é mesmo a palavra de ordem, até porque basta uma semana sem ir ao Facebook para que as pessoas se classifiquem como mais felizes, destaca a especialista."

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