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Gato de loiça

Meu amigo, se chegaste até aqui, os meus parabéns, mas devo já confessar-te que daqui não sairão textos eloquentes, histórias de encantar e palavras bonitas. Se quiseres fica e lê, sê bem vindo.

Gato de loiça

Meu amigo, se chegaste até aqui, os meus parabéns, mas devo já confessar-te que daqui não sairão textos eloquentes, histórias de encantar e palavras bonitas. Se quiseres fica e lê, sê bem vindo.

A nossa heroína

Janeiro 05, 2018

gatodeloiça

Confesso que a minha mãe é, e agora também da minha filha, a sua mais recente heroína.

Eu explico. 

Não é qualquer pessoa que tem sangue frio ao ver um aranhão agarrado à parede de patas aberta, sem se atemorizar.

Agora um aparte, nunca percebi, como é que um aranhão, com as patas abertas para todos os lados, se consegue segurar a uma parede, nem tendo ventosas, nem o raio ....

Adiante, deve ser aquelas maravilhas da natureza animal, que eu nem quero que me expliquem.

Depois de passarmos por experiências traumáticas semelhantes, que é ver aranhões, ou aranhas enormes, em qualquer canto do quarto e jurármos que nunca mais voltamos a entrar ali, ( isto a minha filha), aos gritos,  com perdas de compostura momentâneas, e corridas pelo corredor fora, eis que aparece a heroína de esfregona na mão, calma como se nada fosse com ela.

Quando entra no quarto de esfregona em punho, ficamos sempre curiosas a espreitar pela porta, a ver como resolve a situação, e é tão fácil, que nos sentimos ridículas..., porém bastante aliviadas.

Truque muito fácil: primeiro atordoa a aranha com a esfregona contra o teto, depois esta caí ao chão e tenta fugir o mais rápido que pode, aí sentimos um misto de medo e satisfação, ou seja, não vá ela, correr para a direção errada, depois, quando a aranha não pode fugir mais, algumas ainda correm bem, outras com uma pata a coxear, ou a andar de lado, aí záaass! Dá-lhe uma pisadela ou com a esfregona, ou vassora em cima, há as estas três versões: vassoura  esfregona ou pisadela.

E resulta.

Depois com o aranhiço apanhado com um papel ou ainda na esfregona, leva-o para o caixote do lixo, como se um troféu se tratasse, e nós ficamos a pensar....

"Como é que a mulher consegue????"

O balanço

Janeiro 04, 2018

gatodeloiça

Não, não é o balanço do ano passado, ao contrário dos destaques que li aqui no Sapo. Não fui a tempo, e confesso que nem me lembrei de tal coisa.

Balanços, para quê?

Mas resolvi fazer um mini balanço destes primeiros quatro dias, ainda nem uma semana se passou.

Cá vai: muito à semelhança do meu quotidiano, há sempre muitas peripécias, aliás peripécias não faltam, mas variadas.

O barulho das obras no piso de cima continua, como diz a minha vizinha, partiram a casa toda, agora estão a reconstrui-la de novo; tudo igual, se bem que o barulho é um bocadinho menos, o esquentador continua a fazer das suas, e ontem com a minha filha gelada até aos ossos sem se poder passar por água pela última vez, recusou-se e disse que ficava assim.

Depois lá fui eu tentar mais uma milésima vez a ver se o dito dava, e mesmo não dando, disse-lhe, vai ter que ser com fria, quando cheguei à casa de banho, disse-me: " já tomei!".

Sinceramente, não insisti mais, e com mais sabão ou menos sabão, lá saiu da banheira.

Depois de marcar ontem com o homem para me vir arranjar o dito, este não apareceu, e hoje improvisou a coisa com cola e uns palitos, dizendo aguentaria mais uns dias e que vinha cá para a semana. ( disse para não dizer a ninguém, mas agora já vai tarde).

Depois, miraculosamente descobri uma página que faziam limpeza ao sofá, algo que me deu felicidade momentânea. Contactei a empresa e lá apareceram. Deixaram-me o sofá encharcado, que ninguém se pôde sentar durante mais ou menos durante dois dias, ainda por cima tinha cá família para a festa de aniversário da minha filha. Por isso, tudo a correr MUITO BEM.

Depois, quando o dito senhor acabou de limpar e de eu efetuar o pagamento, descobri que no sofa, estava escrito a letras vermelhas.

Fiquei possessa. ( O meu rico sofá)

Perguntei logo à minha filha se tinha sido ela, quando esta por princípio, e neste caso também não saiu do padrão, acusou logo o irmão.

Respondi-lhe que era impossível, visto que este nem sabia escrever, ( tem 4 anos), e ali estava uma palavra escrita e sem erros.

O puto ao ouvir a conversa, e em sua defesa respondeu logo que só sabia fazer o número 6.

Depois descobri, no mesmo dia que me queimou a alcatifa do quarto. Desta vez, acusou-me a mim, que não " vigilei" bem o miúdo e que queimei a carpete.

Aí a tampa saltou-me e levou logo raspanete.

Ontem, dia de aniversário da minha filha, para além do expediente normal, ainda tive duas reuniões de seguida, chegando a casa mais para lá do que para cá.

E é assim, não me lembro quanto ao ano anterior, mas este para príncipio de ano, está a correr MUITO BEM.

 

 

O dia de amanhã

Janeiro 04, 2018

gatodeloiça

O dia seguinte, para mim, é sempre o melhor.

Não é que viva para o dia seguinte, não vivo, ninguém vive, mas os dias têm as suas limitações, o que não conseguimos fazer ou resolver nesse dia, não vale a pena, quanto a mim, tentar resolvê-lo na hora.

Mais vale, deixar para o dia seguinte.

Não há nada como uma bela noite de sono reparador e as soluções surgem no dia seguinte.

E o que não podemos modificar, aceitemo-lo, o que podemos façamo-lo.

Responsabilidade por nós mesmos

Janeiro 03, 2018

gatodeloiça

Não podemos controlar o que nos acontece, e a nossa tendência é sempre culparmos A e B do sucedido, ou armamo-nos em vítimas.

Mas há sempre algo que está ao nosso alcance que podemos fazer.

Primeiro podemos sempre deixar de reagir às circunstâncias exteriores, pois não representam o nosso eu e não somos o que nos acontece.

Gastamos sempre muita energia a queixarmo-nos das coisas ou das pessoas, pois nunca ou raras vezes ocorrem como desejamos.

Uma técnica que li, que supostamente resulta é: e se em vez de nos queixarmos, dispendendo essa energia no queixume, não a gastamos na solução?

Qua passos poderíamos dar para aumentar o nosso nível de satisfação?

O foco na solução mantém-nos concentrados naquilo que corre bem, começando por darmos mais atenção às alturas em que nos sentimos um bocadinho mais satisfeitos e manter ou intensificar seja o que for que tenha contribuído.

Somos responsáveis pela nossa felicidade ou seja existem formas que podemos aumentá-la ou intensificá-la.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Inclinação para a alegria

Janeiro 02, 2018

gatodeloiça

Li que o nosso cérebro tem maior tendência para registar o negativo que o positivo.

Daí focarmos com maior atenção aos aspetos negativos que nos acontecem, desencandeando daí emoções ou estados também pouco salutares.

Daí que ao ler as páginas de um caso real, reparei que podemos inverter a situação, começando por  valorizar as coisas boas que nos acontecem.

A tendência que temos é mais ou menos esta: desvalorizamos as coisas boas, ou damo-las como garantidas e hiperbolizamos as más.

Pois, e se invertêssemos a situação?

Para isso, li que uma das técnicas desejáveis era, antes de dormirmos à noite, lembrarmos de cinco coisas positivas que nos aconteceram, mesmo que sejam pequenas. Ou, há quem até escreva num diário de gratidão as tais cinco coisas. É uma forma de pensarmos que nem tudo de mau nos acontece, e que também acontecem coisas boas.

Cinco coisas, apenas e só. E com este método, passaríamos a sentirmos gratidão pelas coisas boas que nos acontecem.

Porque também acontecem.

 

 

" Os rapazes que enganavam os nazis"

Janeiro 01, 2018

gatodeloiça

O primeiro dia do ano foi aproveitado em forma de estreia.

Há muito que não ia ao cinema e o filme escolhido surpreendeu-me bastante pela positiva.Para quem gosta de dramas de fazer chorar até as pedras da calçada, recomendo este, pois faz chorar até o mais insensível.

Conta a história de uma família judaica que tenta fugir de Paris, onde reside, para Nice, aquando a ocupação nazi.

A história centra-se na fuga de dois irmãos menores e na sua sorte perante a confrontação com as tropas nazis.

Triunfam perante todas as adversidades, com mais ou menos facilidade, mas com muita sorte à mistura. Sorte do destino, diria eu.

Mas o mais impressionante desta história, é que não é apenas uma história qualquer inventada por alguma cabeça brilhante ou inventiva para nos entreter, o mais interessante,  é que esta história é real, baseada em factos reais.

 

Nota: Se gosta de um bom drama, não perca este, vale a pena, após o término do filme, demorei uns bons 5 minutos a recompor-me.

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